Investigação
Investiguei sobre o medo e ele desapareceu. Não havia verdadeiramente algo como o medo, o que havia era uma sensação sendo experimentada superficialmente porque eu não estava olhando diretamente pra ela, e quando fui atrás ela não estava lá.
Então, quando percebi, as sensações também se dissiparam.
Quando estamos experimentando a alegria, por exemplo, estamos ocupados surfando essa onda e não olhamos diretamente. Mas, se queremos que ela permaneça e tentamos procurá-la para agarrá-la, ela também não é encontrada como um objeto.
Agora, quando falamos de felicidade e tentamos fazer essa mesma investigação, acontece algo diferente.. no caminho da investigação, falando do mundo relativo, ela nasce diretamente do coração da experiência, como se quando todo o resto fosse silenciado, ela brilhasse tão forte que é impossível não ser vista pela mente. Até que um novo assunto seja o foco e então vamos surfar o novo assunto.
Tudo na experiência desaparece ao chegar perto. Exatamente como no exemplo da corda.
No entanto, sobre a felicidade, o que desaparece é o senso de Eu, mundo, pensamento, experiência e objeto.
Brahma alone is — essas palavras do Swami sempre voltam em mim.
Colocando as emoções como aparentes nessa investigação, tudo o que é conhecido entra na mesma categoria. Aparente. Maya. Mas, quando se trata da felicidade, o eu aparente que investiga não está lá para tentar classificar e conceituar. Tudo é dissipado na investigação e a felicidade dissipa o objeto.
É pra lá que eu vou quando ouço as palavras do Swami Sarvapriyananda ao dizer Brahma alone is, tat tvam asi.
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